Às vezes, dou cada pulo,
e consigo enovelar as nebulosasdo meu pensar que não chega a conclusão alguma.
As vezes, dou a impressão creme dental,
e todos julgam que sou um artista circensedomador de baratas risonhas.
As vezes, amo como um projétilama seu destino e escorro rubro
sobre a dor fina do afeto.
Mas consigo me ultrapassar escrevendo
a história impermanente de alguém como eu
que trabalha e se diverte como eu
que possui os meus mesmos amores
dando os mesmos pulos e quebrando
a ponte de madeira podre que me sustenta.
terça-feira, 17 de março de 2009
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