Acordo, e, neste acordar, o ser se instaura.
Começo a procura, a busca do vento e seu sumo.
Os chinelos, seu rastro e seu cantar rascante,
E no olhar pétalas de lábios, sonhos
Ignoram o solo onde me espanto
De não rever o rio que escorre em rugas,
Onde navego de barcos nos pés.
E, no entanto, a quilha à frente espuma.
E abordando o ser, teço bordados
Em torno da imagem que infinita
Ao projetar na escrita minha fome.
Começo a procura, a busca do vento e seu sumo.
Os chinelos, seu rastro e seu cantar rascante,
E no olhar pétalas de lábios, sonhos
Ignoram o solo onde me espanto
De não rever o rio que escorre em rugas,
Onde navego de barcos nos pés.
E, no entanto, a quilha à frente espuma.
E abordando o ser, teço bordados
Em torno da imagem que infinita
Ao projetar na escrita minha fome.

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